Daniel Melo: O que aprendemos com a Eleição da Argentina?

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Coluna de Daniel MELO [TV SBUNA]Recentemente vimos uma eleição bastante interessante para presidência da Argentina. Os “Hermanos” sentiram a necessidade de mudar a situação política de um país que sofre com uma eterna crise econômica provocadas, em grande parte, pelo casal esquerdista Kirchner que passou 12 anos no poder.  O novo presidente argentino, Maurício Macri, de Centro-direita, representa a vontade da maioria de um povo que cansou de ver o país numa estagnação, parado, sem perspectiva de evolução.

Durante a eleição, Macri prometeu encontrar uma “agenda de cooperação” para trabalhar com todos os irmãos da América Latina, o que não acontece a quatro anos; investimentos em ciência e tecnologia; e geração de empregos e oportunidades como ele mesmo disse em seu discurso após a vitória: “Uma Argentina de cara para o Futuro”!

Você deve se perguntar: Por que a política na Argentina te preocupa? Não me preocupa de forma alguma. Na verdade eu sinto certa inveja dos “Hermanos” que tiveram coragem para mudar. Nos brasileiros, infelizmente, não fizemos o mesmo quando reelegemos a nossa atual presidente, perpetuando a política do assistencialismo como a tábua de salvação da situação econômica do nosso enfadado país. Nem os escândalos descarados de corrupção foram suficientes para convencer nosso povo de que a mudança era mais que necessária. Os argentinos, por muito menos, trocaram de governo mesmo numa eleição apertada, mas deram um voto de confiança a um político que tem ideias de evolução para um povo. Oras, geração de empregos e renda é uma das melhores formas de se manter a estabilidade econômica de um país.

Fomos guiados pela mentira durante a campanha presidencial de 2014. E mentira é um prato cheio para alimentar a ignorância de pessoas desinformadas. O PT sonha em implantar uma filial da Venezuela aqui no Brasil. Então é bom se preparar: O presidente eleito da Argentina já prometeu pedir a suspenção da Venezuela do Mercosul aplicando a cláusula democrática por causa das perseguições que acontecem no país de Nicolás Maduro, discípulo do falecido Hugo Chaves. Então é bom se ligar aí PT: a rivalidade Brasil x Argentina pode passar do futebol para política.

Então a resposta para a pergunta que faço no título dessa coluna: Precisamos mudar. Mudar a política do assistencialismo implantada pelo PT da Dilma e do Lula. Precisamos de um país forte. Mas, acima de tudo, precisamos trocar os nossos políticos por gente que quer arregaçar as mangas e termos um Brasil forte.

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